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A maior montadora de veículos do mundo encerrou definitivamente as atividades de uma de suas fábricas no Brasil. A unidade fechou as portas no dia 30 de junho, após 28 anos de produção no interior de São Paulo.
Ao longo de sua história, a fábrica chegou a reunir cerca de 1.500 trabalhadores. Além disso, mais de 1 milhão de carros deixaram suas linhas de montagem desde a inauguração, ocorrida no fim da década de 1990.

Apesar do fechamento, a companhia não abandonou o Brasil. Na verdade, ela transferiu a fabricação dos veículos para outro complexo industrial e prepara uma nova fábrica para ampliar a produção no país.

Trata-se da Toyota, empresa japonesa que liderou as vendas mundiais de veículos em 2025. A montadora encerrou a operação da fábrica de Indaiatuba, onde produzia o Corolla Sedan desde 1998.
Maior montadora do Brasil fecha fábrica depois de 28 anos
A fábrica de Indaiatuba teve papel central na expansão da Toyota no mercado brasileiro. A unidade iniciou as atividades em 1998 e ficou diretamente ligada à produção nacional do Corolla.
Durante quase três décadas, o local produziu mais de 1 milhão de veículos. Porém, a montadora decidiu concentrar suas principais operações industriais em Sorocaba, também no interior paulista.

O encerramento ocorreu oficialmente em 30 de junho de 2026. Dessa forma, a Toyota concluiu um processo de reorganização anunciado ainda em março de 2024.

Antes mesmo do fechamento, a empresa já havia transferido a fabricação do Corolla Sedan para Sorocaba. Portanto, o modelo continua sendo produzido no Brasil.
A mudança também não representa o encerramento das atividades da Toyota no país. A companhia mantém fábricas, funcionários, fornecedores e novos investimentos no mercado nacional, conforme apurado pelo Portal Tempo Novo.

Funcionários puderam escolher transferência ou demissão
O fechamento mobilizou trabalhadores e sindicatos desde o primeiro anúncio. Em 2024, funcionários chegaram a entrar em greve para cobrar garantias durante o processo de transferência.

Depois das negociações, a Toyota apresentou duas alternativas. Parte dos empregados poderia seguir para Sorocaba, enquanto os demais teriam acesso a um Programa de Demissão Voluntária.

Segundo a montadora, o processo ocorreu sem demissões unilaterais. Cada trabalhador pôde escolher entre a transferência e a adesão voluntária ao pacote de desligamento. Continuem lendo clique aqui.
Fonte: Tempo novo